Slow Viver!

Buscando reconectar comigo mesmo

Talvez esse texto seja uma carta aberta, um conselho ou até uma súplica do meu eu do futuro para o eu de hoje tão carregado, ansioso, estressado e heavy conectado.

Passo a semana inteira entrando em redes sociais, acessando sites e montando estratégias para os projetos comerciais que crio no meu ambiente de trabalho e quando chega aos finais de semana a última coisa que quero é pegar no meu celular e acessar as minhas próprias mídias sociais, negligenciando até meu próprio blog, o qual sonhei por tanto tempo e acabei largando no meio do caminho.

Todavia, sempre que penso em descansar, ficar na minha, estudar ou simplesmente curtir a minha essência, não consigo porque sempre sinto que estou procrastinando, vagabundando e até mesmo sendo displicente com minha carreira profissional.

Conhecendo o Slow Living

Curta a tua comida!

Depois de algumas crises de ansiedade e quase ataque de pânico, percebi que necessitava desacelerar ou não aguentaria viver em uma rotina baseada em dopamina, e foi quando lembrei de já ter ouvido falar na importância do slow , um tema que a Cíntia Pudim aborda muito bem no seu site dividindo o assunto em content, living e food.

Desde então, vi que não era o único sofrendo por esse ritmo desenfreado que a nossa sociedade vive e lembrei da minha mãe que é completamente low profile e tem uma vida totalmente mais saudável, feliz e plena.

Claro que não vou defender aqui que todos devemos largar os nossos celulares e fazer uma revolução, seria muita hipocrisia da minha parte, porém estar aberto a uma filosofia de vida diferente é abrir portas desconhecidas que podem mudar nossas vidas.

Há quanto tempo tu não te permites sentir tua respiração? A entender teus sentimentos e ressignificá-los? A cozinhar ou até mesmo comer sentindo todos os sabores que aquela refeição proporciona? Ler um livro então? E olha que sou uma pessoa que desde da infância sempre foi elétrica e precisava de várias atividades para drenar toda minha energia.

Ah, é importante frisar que não sou adepto ao “gratiluz de Chernobyl” que vende aquela positividade tóxica e seja grato até mesmo depois uma assalto, não é isso, é realmente um convite a viver com leveza, aos que tem pessoas amadas a olhar com atenção maior pra eles, cuidar deles e viver relações mais verdadeiras.

Sou uma pessoa audiovisual, eu AMO o youtube e claro que fui buscar mais sobre o tema nessa plataforma e foi quando me apaixonei por criadores de conteúdo que criam no seu tempo, na sua velocidade e no seu ritmo e uma canal que gosto demais é o da Hadassah Sorvilho, que produz vídeos e vlog que me deixam calmo e promove uma vida caseira de paz.

Como disse anteriormente, esse texto é mais um desabafo do que um conteúdo de valor ou passo a passo de como viver mais devagar, acredito que cada um sabe de sua vivência e como consegue aplicar mudanças na mesma.

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